segunda-feira, novembro 27, 2006
Deixados para trás
Finalmente! com meses de atraso as fotos da Feira do Livro
quinta-feira, outubro 19, 2006
Um jogador - Dostoiévski
Quando estou falando com você,
Tenho vontade de dizer tudo, tudo, tudo
Perco então toda a forma.
Concordo, até, que não possuo boas maneiras,
Nem também qualquer espécie de qualidades.
Declaro-lhe isso agora.
Nem me preocupo, sequer, com quaisquer qualidades.
Agora, tudo paralisou em mim.
Você mesmo, sabe a razão disso.
Não tenho na cabeça qualquer pensamento humano.
Há muito tempo não sei o que está acontecendo no mundo,
Tanto na Rússia como aqui.
Vejo você em toda parte, e o resto me é indiferente.
Não sei por que e de que modo Eu amo.
Imagine que nem sei se és bonito de rosto.
Você me deixa esmagada.
Não se zangue com a minha tagarelice...
Compreenda por que é que não podes ficar zangado comigo...
Sou simplesmente uma louca de amor...
Fotos da Feira do Livro e do Interart
Amélia
domingo, outubro 15, 2006
Canal do Livro
Portal do leitor
Lá, você pode ter sua página pessoal e participar de várias atividades interessantes.
Amélia.
Dicas


Olá, colegas
Sempre gostei muito de ler. É com prazer que leio de clássicos a livros românticos. Nessas leituras, descobri um autor brasileiro de livros infanto-juvenis muito bom. Indico dois de seus livro: A hora do amor e Amor de verão. São ótimos, engraçados, tristes e uma boa maneira de descobrir muito sobre a natureza humana.
Para que você conheça um pouco sobre o autor, reproduzirei uma entrevista dele dada ao professor Wagner Lemos.
Wagner- Conte-nos um pouco sobre sua trajetória, sua infância, suas primeiras leituras, enfim suas origens...
Álvaro Cardoso Gomes - Sou de Batatais, cidade do interior paulista, onde nasci em 28 de março de 1944. Mas pouco vivi lá. Quando eu tinha quatro anos, a família mudou-se pra Lucélia e, depois, pra Americana. Meu pai era de Patos, na Paraíba, minha mãe, paulista. Fui uma criança comum, que fazia bastante traquinagem, mas sempre gostei de ler. Quando pequeno, a coisa mais comum era me verem com um livro nas mãos. Geralmente, lia livros de aventuras, histórias de fadas, tudo, enfim, que pudesse alimentar minha imaginação.
WL -. Quando começou em sua vida o escrever literário?
ACG - Já em São Paulo, para onde me mudei em 1964 para estudar. Fiz o curso de Letras na USP. Ali, em contato com o que havia de melhor em Literatura Brasileira e Universal, apurei meu gosto literário e passei a escrever meus romances e contos. Em realidade, já escrevia bem antes que isso. Mais ou menos aos 14 anos, descobrira em mim essa “facilidade” pra escrever que depois fui aprimorando.
WL - O que o levou a estudar Letras? Isto é, o que o inspirou a ser professor?
ACG - Fui estudar Letras sem nenhuma idéia de que queria ser professor. Escolhi esse curso porque lá havia Literatura. Pra falar a verdade, nunca me dei muito bem com as disciplinas de caráter científico, como Matemática, Física, etc.
WL - Sua obra "De Mãos Atadas" é leitura obrigatória do vestibular seriado (1ºano) da Universidade Federal de Sergipe, fale-nos como surgiu a idéia de fazer esse romance.
ACG - Esse romance nasceu de uma espécie de indignação que sinto por ter que viver num país tão injusto e brutal, num país em que as classes sociais são tão separadas, provocando o surgimento de legiões de miseráveis e desfavorecidos da sorte que se entregam, por sua vez, a uma injusta busca de riquezas, apelando para a brutalidade, a força. O tema do seqüestro foi-me inspirado por algo que se tornou bastante banal nas grandes cidades, principalmente em São Paulo.
WL - Sobre o Álvaro Cardoso da vida pessoal... quais são os seus autores preferidos (quais deles o senhor apontaria como influência sobre a sua obra)
ACG -Toda listagem é complicada porque acabará excluindo escritores que são importantes tanto quanto os de eleição. Mas vamos lá: Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Rubem Fonseca, Dalton Trevisan, Tchecov, Dostoievski, Flaubert, Borges, etc., etc., etc., etc. – a lista é interminável. Em suma, qualquer escritor é importante pra mim, desde que me instigue, que me provoque. Agora, os que me exerceram influência... sei lá, talvez o Dalton Trevisan, o Rubem Fonseca, o Borges... Mas deixo isso pros críticos analisarem...
WL - Como gostaria de ser lembrado no futuro?
ACG - Não me importo muito com o futuro, gosto de pensar e de ser lembrado mais no presente e gosto de ser lembrado assim, sabendo que tenho leitores fiéis com quem posso compartilhar os produtos de minha imaginação e a quem posso influenciar na criação de obras futuras.
quinta-feira, setembro 28, 2006
A dança do Universo de Marcelo Gleiser
Professora Amélia
Dica - Biblioteca digital
Li um artigo muito interessante hoje no jornal e queria dar uma sugestão para vocês. É sobre uma biblioteca digital com mais de mil obras literárias, músicas, fotografias e quadros que já são de domínio público ou têm autorização legal para divulgação. Quem quiser pode fazer o download e ler em casa, ou fazer trabalhos. É muito legal
O endereço eletrônico é www.dominiopublico.gov.br.
Elaine - 3º ano
Meu tio matou um cara - de Jorge Furtado
Novos livros

Recebemos da Regional de Ensino novos livros. Logo estarão disponíveis para nós.
Um dos livros recebidos é Urupês de Monteiro Lobato. Urupês não contém uma única história, mas vários contos e um artigo, quase todos passados na cidadezinha de Itaoca, no interior de SP, com várias histórias, geralmente de final trágico e algum elemento cômico. O último conto, Urupês, apresenta a figura de Jeca Tatu, o caboclo típico e preguiçoso, no seu comportamento típico. No mais, as histórias contam de pessoas típicas da região.
Vale a pena ler.
Professora Amélia
quarta-feira, setembro 13, 2006
C�rculo do Livro: Feira do Livro - vamos �s compras!
Fomos à Feira no dia 25.09.06, numa sexta-feira. Logo postaremos aqui as fotos da nossa aventura. Aguardem!
segunda-feira, agosto 28, 2006
Feira do Livro - vamos às compras!
sábado, agosto 05, 2006
Desafio - você também pode escrever uma história com apenas 44 palavras?
Uma história em 44 palavras. É possível? Para dez escritores provocados pelo Correio, sim. Nas micronarrativas candangas, há sofrimento mas também felicidade — se não dos personagens, dos próprios autores. ‘‘Pude exercitar, com alegria e angústia, a busca da arte’’, conta Stela Maris. ‘‘Adorei.’’
Os últimos minutos do abandonado e armado Aderbal, 44 anos, no Beirute da 109 Sul Céu Gol(p)e de misericórdia O mel e o fel A microtrilogia de Brasília Sadô Pequena fábula sobre quem é realmente importante em Brasília hoje Mulher com olhar radiante dentro do ônibus Construção Candanga Em poucas palavras Carlos Marcelo
Cristina Bastos
— Qual é o tamanho de Deus?
— Deus é do tamanho do universo — a avó, percorrendo as nuvens com o gesto. O menino refletiu:
— Não — disse muito sério. — Deus é do tamanho do nosso pensamento.
Fernando Marques
Ronaldo Cagiano
Rogério Menezes
Falando por gestos, diz que, atingido na cabeça, seu corpo foi abandonado. Salvou-se e viveu anos numa cidadezinha do interior goiano sem saber quem era. Chegou até a se casar. Agora, que recuperou parte da memória, se crê Getúlio Vargas e vai se candidatar.
As árvores se erguiam do cimento como uma floresta de cobras. Ele a abraçaria de corpo inteiro, peles apaixonadas. Na ausência do sorriso largo de Antonieta, fotografou a paisagem japonesa: ponte, água, pedras e o verde ao fundo. Chorou sobre a foto da ausência.
Chegando, procurou o nome de Lourdes. Resultados: Lourdes, no Parque, com o filho, entrevistada sobre a condição dos banheiros; Lourdes organizando petição dos sem teto; aviso na Divisão do Pessoal do Ministério do Lixo assinado por ela. No Ministério informaram que morrera de câncer.
João Almino
Ronaldo Costa Fernandes
Nicolas Behr
Entrou rápido. Cobrador nem deu fé. Motorista, pisou fundo.
Sorriu. Ajeitou vestido estampadinho.
Seu olhar, grande sol, também invade ônibus. Radiante.
Stela Maris Rezende
Corpo, marmita e capacete são saudados por um raivoso coro de freadas, buzinas, palavrões. No engarrafamento, baba na gravata o funcionário.
Na Viçosa, comove-se o bêbado: Nossa Senhora do Errado!
Lourenço Cazarré
De quem foi mesmo a idéia de trazer gente para cá?
Alex Ribondi
Do Correio Braziliense
Feira do Livro - Centenário de Mário Quintana
Conheça esse grande poeta visitando seu site oficial:
www.ccmq.rs.gov.br/novo/principal/index.php
Programação da 25ª Feira do Livro de Brasília
http://www.feiradolivrobrasilia.com.br/feiradolivrobrasilia/programacao.cfm
sexta-feira, julho 21, 2006
Poderosa de Sérgio Klein










